Pular para o conteúdo
Mundo

Morte assistida: após perder o filho, britânica viaja à Suíça, paga R$67 mil e revela decisão que reacende debate no Reino Unido.

Por 2 min de leitura Expresso Rio
Expresso Rio
Wendy Duffy e o seu filho falecido, Marcus. Foto: Reprodução
Seguir no Google News
Ouvir texto Pronto

Uma mulher britânica de 56 anos decidiu viajar para a Suíça com um objetivo definitivo: realizar um procedimento de morte assistida após a perda do único filho. Identificada como Wendy Duffy, ela relatou que ficou profundamente abalada com a morte de Marcus e que a escolha foi motivada pelo desejo de encerrar o sofrimento emocional que, segundo ela, se tornou insuportável.

De acordo com Wendy, o procedimento foi autorizado por uma clínica especializada no país europeu, onde a prática é legalizada. Para ter acesso ao serviço, ela afirmou ter desembolsado cerca de R$ 67 mil. A britânica explicou que encontrou nessa decisão a única forma de se sentir “livre espiritualmente”, após não conseguir lidar com o impacto da perda por meio de tratamentos tradicionais.

Ainda segundo o relato, ela avaliou alternativas terapêuticas, mas concluiu que não seriam suficientes para aliviar a dor causada pela morte do filho. Wendy declarou que aguardava o momento final com expectativa, reforçando que sua decisão foi tomada de forma consciente e planejada.

O caso ocorre em meio a discussões intensas no Reino Unido sobre a legalização da morte assistida, tema que permanece em debate no Parlamento britânico. Como a prática não é permitida no país, Wendy precisou viajar ao exterior para realizar o procedimento.

Ela também revelou detalhes sobre a preparação para o momento final, incluindo a escolha da música que deseja ouvir: “Die With A Smile”, de Lady Gaga e Bruno Mars.

Ouvir texto Pronto